O Código de Hamurábi
Gravado em um monumento de pedra com 2 metros de altura e 35 centímentros de largura, o Código de Hamurábi foi encontrado em 1902 e está exposto no Museu do Louvre, em Paris ( França ). Leia, a seguir, algumas das 282 normas do código . Se necessário, pesquise o significado das palavras desconheacidas no dicionário.
"2. Se alguém fizer uma acusação a outrem, e o acusado for ao rio e pular neste rio, se ele afundar, seu acusador deverá tomar posse da casa do culpado, e se ele escapar sem ferimentos, o acusado não será culpado, e então aquele que fez a acusação deverá ser condenado à morte , enquanto aquele que pulou no rio deve tomar posse da casa que pertencia a seu acusador.
48.Se alguém tiver um débito de empréstimo e uma tempestade prostrar os grãos ou a colheita for ruim ou os grãos não crescerem por falta d'água, naquele ano a pessoa não precisa dar ao seu credor dinheiro algum [...].
53. Se alguém for preguiçoso demais para manter sua baragem em condições
adequadas, não fazendo a manutenção desta, caso a barragem se rompa e todos os campos forem alagados, então aquele que ocasionou tal problema deverá ser vendido por dinheiro, e o diknheiro deve substituir os cereais qsue ele prejudicou com seu desleixo.
218. Se um médico fizer uma larga incisão com uma faca de operações e matar o paciente, ou abrir um tumor com uma faca de operações e cortar o olho, suas mãos deverão ser cortadas. [...]
219. Se um médico fizer uma incisão no escravo de um homem livre e matá-lo, ele deverá substituir o escravo por outro.
225. Se um cirurgião veterinário fizer uma operação importante num asno ou boi e matar o animal, ele deverá pagar ao dono um quarto do valor do animal que morreu.
229. Se um construtor construiu uma casa para outrem e não a fizer bem feita, e se a casa cair e matar seu dono, então o construtor será condenado à morte. [...]"
Disponível em http://www.mediar.com.br/curiosidades/codigo- hamurabi.asp
Compreendendo o texto
1. O Código de Hamurábi dá várias pistas sobre a sociedade da Babilônia. Identifique as profissões e as atividades econômicas mencionadas no texto.
2. Você considera a regra 2 uma norma juita? O que ala sugere a respeito das crenças religiosas dos plovos da época?
3. Quais normas seguem a chamada Lei do Talião ( "Olho por olho, dente por dente" ), encontrada nos códigos de qsuase todos os povos antigos?
4. Qual regra revela a importância da manutenção das obras de irrigação para a sobrevivência dos povos da Mesopotâmia?
5. Qual era o objetivo de Hamurábi ao elaborar as leis escritas? Ele atingiu esse objetivo?
terça-feira, 31 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
6º Ano
O Código de Hamurábi
No Código de Hamurábi a função da pena é submeter o criminoso a um castigo equivalente ao dano por ele praticado. Ao mal do crime, a sociedade retribui com o mal da pena. Somente neste século, generalizou-se a noção de que a pena não deve ser exclusivamente retribuição ao crime, mas também um meio de recuperação do criminoso.
Escreva um comentário sobre essa mudança na função da pena.
No Código de Hamurábi a função da pena é submeter o criminoso a um castigo equivalente ao dano por ele praticado. Ao mal do crime, a sociedade retribui com o mal da pena. Somente neste século, generalizou-se a noção de que a pena não deve ser exclusivamente retribuição ao crime, mas também um meio de recuperação do criminoso.
Escreva um comentário sobre essa mudança na função da pena.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
6º Ano6º Ano Utopia: um país ideal contra o país real No texto a seguir, escrito em 1516, o inglês Thomas More (1478-1535) critica as práticas econômicas das nações européias através de uma narrativa de ficção, na qual seu país ideal, chamado Utopia, apresenta uma organização social completamente nova para a época. "Cada pai de família vai procurar no mercado aquilo de que tem necessidade para si e os seus. Tira o que precisa sem que seja exigido dele nem dinheiro nem troca. Jamais se recusa alguma coisa aos pais de família. A abundância sendo extrama, em todas as coisas,não se teme que alguém tire além de sua necessidade.[...] O ouro e a prata não têm, nesse país , mais valor do que lhes deu a natureza. Esses dois metais são considerados bem abaixo do ferro, o qual é tão necessário ao homem quanto a água e o fogo. Com efeito , o ouro e a prata não tem nenhuma virtude [...] cuja privação acarrete um inconveniente natural e verdadeiro. Foi a louacura humana que pôs tanto valor em sua raridade. [...] Os utopianos não escondem seus tesouros nas torres, ou em lugares fortificados e inacessíveis. O vulgo [...] poderia suspeitar que o príncipe e o senado enganassem o povo, enriquecendo-se e pilhando a fortuna pública. [...] A fim de prevenir esses inconvenientes, os utopianos imaginaram um uso perfeitamente em harmonia com o restante de suas instituições, mas em completo desacordo com as do nosso continente onde o ouro é adorado como um deus, procurado como o bem supremo. Eles comem e bebem em louça de barro ou vidro, que , se é elegante na forma, é, no entanto , despido do menor valor; o ouro e a prata são destinados aos usos mais vis, tanto nas residencias comuns, como nas casas particulares; são feitos com eles até os vasos noturnos.'' MORE, Thomas. Utopia. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultura, 1972. p. 235,244-245. Compreendendo o texto 1- Cite dois aspectos em que o sistema de Utopia era diferente da política econômica das nações ouropéias. 2- Copie em seu caderno a frase em que o autor explica a valorização do ouro pelas pessoas de sua época. 3- Considerando que o país ideal de Thomas More era o inverso do país real, explique: a) Qual era a importância do ouro para a burguesia e para o rei, no final da Idade Média? b) Que utensílios da Europa na época eram muitas vezes feitos de ouro e prata?
6º Ano
No texto a seguir, escrito em 1516, o inglês Thomas More (1478-1535) critica as práticas econômicas das nações européias através de uma narrativa de ficção, na qual seu país ideal, chamado Utopia, apresenta uma organização social completamente nova para a época.
"Cada pai de família vai procurar no mercado aquilo de que tem necessidade para si e os seus. Tira o que precisa sem que seja exigido dele nem dinheiro nem troca. Jamais se recusa alguma coisa aos pais de família. A abundância sendo extrama, em todas as coisas,não se teme que alguém tire além de sua necessidade.[...]
O ouro e a prata não têm, nesse país , mais valor do que lhes deu a natureza. Esses dois metais são considerados bem abaixo do ferro, o qual é tão necessário ao homem quanto a água e o fogo. Com efeito , o ouro e a prata não tem nenhuma virtude [...] cuja privação acarrete um inconveniente natural e verdadeiro. Foi a louacura humana que pôs tanto valor em sua raridade. [...]
Os utopianos não escondem seus tesouros nas torres, ou em lugares fortificados e inacessíveis. O vulgo [...] poderia suspeitar que o príncipe e o senado enganassem o povo, enriquecendo-se e pilhando a fortuna pública. [...]
A fim de prevenir esses inconvenientes, os utopianos imaginaram um uso perfeitamente em harmonia com o restante de suas instituições, mas em completo desacordo com as do nosso continente onde o ouro é adorado como um deus, procurado como o bem supremo. Eles comem e bebem em louça de barro ou vidro, que , se é elegante na forma, é, no entanto , despido do menor valor; o ouro e a prata são destinados aos usos mais vis, tanto nas residencias comuns, como nas casas particulares; são feitos com eles até os vasos noturnos.''
MORE, Thomas. Utopia. In: Os Pensadores. São Paulo:
Abril Cultura, 1972. p. 235,244-245.
Compreendendo o texto
1- Cite dois aspectos em que o sistema de Utopia era diferente da política econômica das nações ouropéias.
2- Copie em seu caderno a frase em que o autor explica a valorização do ouro pelas pessoas de sua época.
3- Considerando que o país ideal de Thomas More era o inverso do país real, explique:
a) Qual era a importância do ouro para a burguesia e para o rei, no final da Idade Média?
b) Que utensílios da Europa na época eram muitas vezes feitos de ouro e prata?
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