terça-feira, 31 de maio de 2011

6º Ano

                                       O Código de Hamurábi


   Gravado em um monumento de pedra com 2 metros de altura e 35 centímentros de largura, o Código de Hamurábi foi encontrado em 1902 e está exposto no Museu do Louvre, em Paris ( França ). Leia, a seguir, algumas das 282 normas do código . Se necessário, pesquise o significado das palavras desconheacidas no dicionário.

"2. Se alguém fizer uma acusação a outrem, e o acusado for ao rio e pular neste rio, se ele afundar, seu acusador deverá tomar posse da casa do culpado, e se ele escapar sem ferimentos, o acusado não será culpado, e então aquele que fez a acusação deverá ser condenado à morte , enquanto aquele que pulou no rio deve tomar posse da casa que pertencia a seu acusador.

48.Se alguém tiver um débito de empréstimo e uma tempestade prostrar os grãos ou a colheita for ruim ou os grãos não crescerem por falta d'água, naquele ano a pessoa não precisa dar ao seu credor dinheiro algum [...].

53. Se alguém for preguiçoso demais para manter sua baragem em condições
 adequadas, não fazendo a manutenção desta, caso a barragem se rompa e todos os campos forem alagados, então aquele que ocasionou tal problema deverá ser vendido por dinheiro, e o diknheiro deve substituir os cereais  qsue ele prejudicou com seu desleixo.

218. Se um médico fizer uma larga incisão com uma faca de operações  e matar o paciente, ou abrir um tumor com uma faca de operações e cortar o olho, suas mãos deverão ser cortadas. [...]

219. Se um médico fizer uma incisão no escravo de um homem livre e matá-lo, ele deverá substituir o escravo por outro.

225. Se um cirurgião veterinário fizer uma operação importante num asno ou boi e matar o animal, ele deverá pagar ao dono um quarto do valor do animal que morreu.

229. Se um construtor construiu uma casa para outrem e não a fizer bem feita, e se a casa cair e matar seu dono, então o construtor será condenado à morte. [...]"

                  Disponível  em http://www.mediar.com.br/curiosidades/codigo- hamurabi.asp

                                  Compreendendo o texto

1. O Código de Hamurábi dá várias pistas sobre a sociedade da Babilônia. Identifique as profissões e as atividades econômicas mencionadas no texto.

2. Você considera a regra 2 uma norma juita? O que ala sugere a respeito das crenças religiosas dos plovos da época?

3. Quais normas seguem a chamada Lei do Talião ( "Olho por olho, dente por dente" ), encontrada nos códigos de qsuase todos os povos antigos?

4. Qual regra revela a importância da manutenção das obras de irrigação para a sobrevivência dos povos da Mesopotâmia?

5. Qual era o objetivo de Hamurábi ao elaborar as leis escritas? Ele atingiu esse objetivo?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

6º Ano

                                               O Código  de Hamurábi

No Código de Hamurábi a função da pena é submeter o criminoso a um castigo equivalente ao dano por ele praticado. Ao mal do crime, a sociedade retribui com o mal da pena. Somente neste século, generalizou-se a noção de que a pena não deve ser exclusivamente retribuição ao crime, mas também um meio de recuperação do criminoso.

Escreva um comentário sobre essa mudança na função da pena.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

6º Ano6º Ano Utopia: um país ideal contra o país real No texto a seguir, escrito em 1516, o inglês Thomas More (1478-1535) critica as práticas econômicas das nações européias através de uma narrativa de ficção, na qual seu país ideal, chamado Utopia, apresenta uma organização social completamente nova para a época. "Cada pai de família vai procurar no mercado aquilo de que tem necessidade para si e os seus. Tira o que precisa sem que seja exigido dele nem dinheiro nem troca. Jamais se recusa alguma coisa aos pais de família. A abundância sendo extrama, em todas as coisas,não se teme que alguém tire além de sua necessidade.[...] O ouro e a prata não têm, nesse país , mais valor do que lhes deu a natureza. Esses dois metais são considerados bem abaixo do ferro, o qual é tão necessário ao homem quanto a água e o fogo. Com efeito , o ouro e a prata não tem nenhuma virtude [...] cuja privação acarrete um inconveniente natural e verdadeiro. Foi a louacura humana que pôs tanto valor em sua raridade. [...] Os utopianos não escondem seus tesouros nas torres, ou em lugares fortificados e inacessíveis. O vulgo [...] poderia suspeitar que o príncipe e o senado enganassem o povo, enriquecendo-se e pilhando a fortuna pública. [...] A fim de prevenir esses inconvenientes, os utopianos imaginaram um uso perfeitamente em harmonia com o restante de suas instituições, mas em completo desacordo com as do nosso continente onde o ouro é adorado como um deus, procurado como o bem supremo. Eles comem e bebem em louça de barro ou vidro, que , se é elegante na forma, é, no entanto , despido do menor valor; o ouro e a prata são destinados aos usos mais vis, tanto nas residencias comuns, como nas casas particulares; são feitos com eles até os vasos noturnos.'' MORE, Thomas. Utopia. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultura, 1972. p. 235,244-245. Compreendendo o texto 1- Cite dois aspectos em que o sistema de Utopia era diferente da política econômica das nações ouropéias. 2- Copie em seu caderno a frase em que o autor explica a valorização do ouro pelas pessoas de sua época. 3- Considerando que o país ideal de Thomas More era o inverso do país real, explique: a) Qual era a importância do ouro para a burguesia e para o rei, no final da Idade Média? b) Que utensílios da Europa na época eram muitas vezes feitos de ouro e prata?

6º Ano

                          Utopia: um país ideal contra o país real


    No texto a seguir, escrito em 1516, o inglês Thomas More (1478-1535) critica as práticas econômicas das nações européias através de uma narrativa de ficção, na qual seu país ideal, chamado Utopia, apresenta uma organização social completamente nova para a época.

    "Cada pai de família vai procurar no mercado aquilo de que tem necessidade para si e os seus. Tira o que precisa sem que seja exigido dele nem dinheiro nem troca. Jamais se recusa alguma coisa aos pais de família. A abundância sendo extrama, em todas as coisas,não se teme que alguém tire além de sua necessidade.[...]

    O ouro e a prata não têm, nesse país , mais valor do que lhes deu a natureza. Esses dois metais são considerados bem abaixo do ferro, o qual é tão necessário ao homem quanto a água e o fogo. Com efeito , o ouro e a prata não tem nenhuma virtude [...] cuja privação acarrete um inconveniente natural e verdadeiro. Foi a louacura humana que pôs tanto valor em sua raridade. [...]

    Os utopianos não escondem seus tesouros nas torres, ou em lugares fortificados e inacessíveis. O vulgo [...] poderia suspeitar que o príncipe e o senado enganassem o povo, enriquecendo-se e pilhando a fortuna pública. [...]

    A fim de prevenir esses inconvenientes, os utopianos imaginaram um uso perfeitamente em harmonia com o restante de suas instituições, mas em completo desacordo com as do nosso continente onde o ouro é adorado como um deus, procurado como o bem supremo. Eles comem e bebem em louça de barro ou vidro, que , se é elegante na forma, é, no entanto , despido do menor valor; o ouro e a prata são destinados aos usos mais vis, tanto nas residencias comuns, como nas casas particulares; são feitos com eles até os vasos noturnos.''
                    MORE, Thomas. Utopia. In: Os Pensadores. São Paulo:
                                              Abril Cultura, 1972. p. 235,244-245.


   Compreendendo o texto

1- Cite dois aspectos em que o sistema de Utopia era diferente da política econômica das nações ouropéias.

2- Copie em seu caderno a frase em que o autor explica a valorização do ouro pelas pessoas de sua época.

3- Considerando que o país ideal de Thomas More era o inverso do país real, explique:
a) Qual era a importância do ouro para a burguesia e para o rei, no final da Idade Média?
b) Que utensílios da Europa na época eram muitas vezes feitos de ouro e prata?

terça-feira, 26 de abril de 2011

8ºAno

                                  Proclamação da Regência


     O texto a seguir é um documento de época. Foi publicado quando D. Pedro I abdicou ao trono do Brasil, e estabelecia, entre outras coisas, como seria organizado o governo regencial.

     "PROCLAMAÇÃO em nome da Assembléia Geral aos povos do Brasil, dando conta dos acontecimentos do dia7 de abril de 1831, e da nomeação da Regência provisória, e recomendando o sossego e tranqüilidade pública.
     BRASILEIROS!

     [...] D. Pedro I abdicou em favor de seu Filho, hoje o Senhor D.Pedro II, Imperador Constitucional do Brasil.
     [...] Brasileiros! Já não devemos corar deste nome: a Independência da nossa Pátria, as suas Leis vão ser desde este dia uma realidade. O maior obstáculo, que a isso se opunha, retira-se do meio de nós; sairá de um país onde deixava o flagelo da guerra civil, em troco de um Trono que lhe demos. Tudo agora depende de nós mesmos, da nossa prudência, moderação, e energia; continuemos como principiamos, e seremos apontados com admiração entre as Nações mais cultas. VIVA A NAÇÃO BRASILEIRA! VIVA A CONSTITUIÇÃO! VIVA O IMPERADOR CONSTITUCIONAL O SENHOR D. PRDRO II!
     Bispo Capelão Mor, Presidente.
Luiz Francisco de Paula Cavalcanti
de Albuquerque, Secretário."

 Compreendendo o texto

1- Segundo o texto, qual seria, até aquele momento, o maior abstáculo para que a independência do Brasil se tornasse realidade e suas leis fossem cumpridas?


2- No texto, afirma-se que D. Pedro I seria o responsável por uma "guerra civil" no Brasil. De acordo com o que você estudou, isso de fato aconteceu? Explique.

3- Explique por que a abdicação de D. Pedro I foi vista como um fato a ser comemorado, como demonstra o documento.

terça-feira, 12 de abril de 2011

9º Ano

                                           Olga Benário Prestes

       Olga Benério e Luís Carlos Prestes conheceram-se em Moscou, capital da então União Soviética, em novembro de 1934; ela, exilada alemã; ele, exilado brasileiro. Ambos procurados pela polícia dos seus países, ambos , a partir daquele momento, unidos pelo mesmo objetivo; lutar pela revolução comunista no Brasil.

      Quatro meses depois já estavam no Rio de Janeiro, organizando o movimento revolucionário. A revolução fracassou em novembro de 1935. Olga e Prestes foram presos em março do ano seguinte. Por ser alemã, judia e comunista, Olga foi expulsa pelo governo brasileiro e entregue ao governo nazista da Alemanha, que a procurava desde 1928. Com medo de que fosse libertada pelos estivadores europeus, a polícia brasileira embarcou Olga, grávida de sete meses, num navio de carga, que fez a viagem á Alemanha sem escalas
      Foi na cela em que confinaram Olga em Berlim- um cubículo de dois metros quadrados, com chão de cimento áspero, um colchão fino colocado sobre uma laje de concreto - que nasceu sua filha Anita Leocádia; Anita, em memória de Anita GAribaldi,heroína brasileira da Guerra dos Farrapos; Leocádia em homenagem á sogra, que Olga nunca vira pessoalmente. Foi no dia 27 de novembro de 1936, um ano após a revolta comunista no Brasil.
     Em vários países europeus, especialmenmte na França, foram feitas campanhas pela libertação de Olga e Prestes. Depois de muitas viagens e tentativas, dona Leocádia conseguiu libertar a neta, então com 14 meses, da prisão em Berlim.
     Depois de passar por vários campos de concentração, em feverreiro de 1942, poucos dias antes  de completar 34 anos, Olga foi executada na câmara de gás. Prestes só saberia da morte da companheira mais de três anos depois, quando saiu da prisão anistiado por Getúlio Vargas, no fim do Estado Novo. Só muitos anos mais tarde é que Olga escrevera para ele e Anita, momentos antes de morrer, e que termina com estas palavras; "Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver. Agora vou dormir para ser mais forte amanhã. Olga".
          (Adapitado de ; Fernando Morais. Olga. 5. ed. São Paulo, Alfa-Omega, 1985.)
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                                     Atividades sobre o texto

1- Na sua opinião, por que Olga foi entregue ao governo nazista da Alemanha?

2- Elabore um breve texto sobre o seguinte tema;
O nazismo e sua influencia no Brasil.

3- Expliqsue a frase ; "Agora vou dormir para ser mais forte amanhã".

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EUA e Egito treinam rebeldes contra Gaddafi - 6º ano

O vai e vem na tomada e na perda de controle de cidades líbias pelas forças de oposição é a principal mostra da falta de treinamento dos rebeldes, que parecem avançar movidos apenas pelo ódio contra o regime de Mummar Gaddafi. Dias após anunciar que poderia armar o grupo, os Estados Unidos, junto com o Egito, estão treinado os guerrilheiros, segundo a rede de TV Al Jazeera.

Para piorar a situação dos rebeldes, as forças da coalizão bombardearam, enganadas por tropas do regime, forças aliadas da oposição, deixando ao menos dez mortos.
Desde o início do conflito, a oposição já tomou e perdeu em várias ocasiões o controle de cidades como Brega e Ras Lanuf, por falta de liderança e experiência militar.

Até então, boa parte da investida vinha sendo coordenada por antigos militares, que desertaram do regime aderindo as rebeldes. São justamente os ex-soldados de Gaddafi que improvisam treinamento para os jovens líbios, que seguem afoitos, e quase sem segurança para o campo de batalha.
Ataque da Otan, sem querer, mata dez aliados

O ataque aéreo da Otan (aliança militar do Ocidente) atingiu um grupo de rebeldes nos arredores de Brega (leste da Líbia) , matando ao menos dez deles.

O combatente rebelde Mustafa Ali Omar disse que algumas forças contrárias ao ditador líbio, Muammar Gaddafi, se infiltraram entre os rebeldes e dispararam armas antiaéreas.
- Depois disso, as forças da Otan vieram e bombardearam o local.
Rebeldes que estavam no local disseram que 14 pessoas podem ter morrido no ataque. A maioria culpou agentes de Gaddafi por deliberadamente atraírem fogo amigo, mas outros disseram que rebeldes teriam disparado por acidente.

BOAS VINDAS

    O principal objetivo desse blog consiste em criar, inovar, informar e construir uma geração de alunos conscientes da realidade atual em que vivemos. Deixando cada um apto para desenvolver e utilizar o seu pleno potencial educacional , mental e social, usando todos os canais ortodoxos e heterodoxos de informação.
    Revolucione-se, leia mais para ser mais

    Prof. Gilberto Santos

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